"Em Portugal, a protagonista da "Floribela" ganhou uma notoriedade (quase) sem paralelo, sendo natural que o fenómeno televisivo redundasse em anedotas e alcunhas. No ano passado, por exemplo, Miguel Veloso, estrela em ascensão no Sporting, anunciou ao mundo que, no balneário dos leões, não era conhecido pelo nome que os pais lhe deram, assumindo, sem receios, que o seu nome próprio era substituído pelo da personagem de ficção sempre que os colegas falavam com ele – ou dele. Na altura, não houve piadas e muito menos comentários jocosos, mas o escárnio logo surgiu assim que se soube a cor do equipamento alternativo do Benfica. As "Floribelas" ou as "papoilas cor-de-rosa" surgiram estampadas com mais rapidez do que se personaliza uma camisola, mas a verdade é que a escolha está a revelar-se um sucesso de vendas, como O JOGO ontem noticiou. A aposta arrojada em Portugal tem tido retorno (mais do que o esperado, aliás), e, tanto a Adidas, como o Benfica, só têm motivos para estar contentes com a escolha, sendo certo que não será a cor do equipamento a ditar o sucesso desportivo. Cor-de-rosa, vermelho, branco, preto, azul (à Benfica) ou cor-de-burro-quando-foge, a verdade é que a tonalidade pouco importa; fundamental é respeitar (e honrar) o emblema – e esse é imutável."
Ricardo Lemos in OJOGO [08/07/07]

1 comentário:
A verdade é que o Benfica é o que vende, quer tu ou esse Ricardo Lemos queiram quer não! Deixem lá essa azia toda de parte que só voz faz mal, ainda por cima por causa de uma camisola cor-de-rosa... tsccc!
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